Jurí

ALESSANDRA NEGRINI

Nasceu em São Paulo e aos 23 anos entrou para a Oficina de Atores da Globo. Ganhou notoriedade por seus trabalhos na televisão, como na minissérie Engraçadinha e nas novelas Anjo Mau e Paraíso Tropical. Sua estreia no cinema foi no drama O Que É Isso, Companheiro? (1997). Depois vieram Um crime nobre (2001), Sexo, amor e traição (2004). Em 2007 ganhou o papel principal de Cleópatra (2007), de Júlio Bressane, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Trabalhou ainda em Os desafinados (2008), A erva do rato (2008). Se destacou também em O Abismo Prateado (2011) e Dois Coelhos (2012). Entre seus reconhecimentos, além do Candango no Festival de Brasília, incluem-se um Prêmio APCA, um Prêmio Guarani, além de ter recebido indicações a um Grande Otelo, dois Troféus Imprensa e três Prêmios Qualidade Brasil. Seus trabalhos mais recentes no cinema foram em Beduíno (2016), Eu fico loko (2017), Mulheres Alteradas (2017) e Acqua Movie (2019).

CAMILO CAVALCANTE

Diretor, roteirista e produtor pernambucano. Mestre em Cinema pela Universidade da Beira Interior (Portugal), graduado em Jornalismo pela UFPE, estudou Roteiro Cinematográfico na Escuela Internacional de Cine y TV de San António de Los Baños (Cuba). Realizou 14 curtas-metragens que juntos receberam mais de 130 prêmios em mostras e festivais de audiovisual. É um dos diretores do documentário 5 Vezes Chico – O Velho e sua gente (2016). Seu primeiro longa-metragem, A História da eternidade (2014), estreou no International Film Festival Rotterdam, recebeu 28 prêmios em festivais nacionais e internacionais, e teve seu roteiro original publicado em livro pela Companhia Editora de Pernambuco em 2020. No momento, está lançando o documentário Beco (2019), que estreou na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e seu segundo longa de ficção, King Kong em Asunción (2020) que ganhou 16 prêmios, entre eles Melhor Filme (Júri Oficial) e Prêmio do Público no Festival de Gramado.

NEGA GIZZA

Rapper, ativista social, locutora, apresentadora de TV e de eventos, produtora cultural. Foi backing vocal da banda de MV Bill. Entre 1999 e 2000, foi a primeira locutora de uma rádio de rap, no programa Hip Hop Brasil, da Imprensa FM. Em 2001, venceu o Prêmio Hutúz – o mais importante prêmio de rap da América Latina – na categoria de “melhor demo de rap”. Em Na Humildade, CD lançado em 2002, mostrou que as mulheres também podem ter espaço num mercado dominado por rappers do sexo masculino e abriu caminho para toda uma nova geração de vozes femininas. Ainda no mesmo ano lançou seu primeiro videoclipe, Prostituta, dirigido por Kátia Lund e Líbero Saporetti. Em 2003, recebeu o Prêmio Orilaxé (Grupo Cultural Afroreggae) como melhor cantora. Junto com MV Bill e o produtor Celso Athayde, é uma das fundadoras da CUFA (Central Única das Favelas), uma organização não-governamental que visa promover a produção cultural das favelas brasileiras, através de atividades nos campos da educação, esportes, cultura e cidadania.