SEMINÁRIO FEMINA 2022

Desde sua primeira edição, o Femina realiza encontros e debates que reúnem diretorxs, produtorxs, pesquisadorxs, professorxs e outros convidadxs para debaterem com o público questões de gênero, sexualidades, corpos, direitos humanos, representações, relacionadas ao audiovisual, entre outros temas.

O Seminário Femina se propõe a ser um momento de reflexão e troca sobre cinema e as relações de gênero e suas intersecções, além de um espaço de formação. Nos últimos anos, temos acompanhado um crescente debate sobre feminismos, perpassado por questões raciais, de classe, gênero e sexualidade, para trazer algumas. Ao mesmo tempo, nesse período, percebemos a emergência de pesquisas e trabalhos, acadêmicos ou não, com foco nas relações de gênero no cinema, e o papel político das imagens. Ao mesmo tempo em que a classe artística brasileira vem sofrendo inúmeros ataques e desmontes das estruturas reguladoras e financiadoras, agravadas pela pandemia da covid-19, em que contraditoriamente, a cultura e o entretenimento foram cruciais na vida das pessoas em isolamento social.

Propomos para o seminário deste ano dois painéis que destacam o trabalho de pesquisa sobre as relações de gênero e o cinema, e a presença das mulheres no mercado audiovisual. Abordando desde a presença feminina em diferentes funções no set de filmagens e fora dele (na crítica, nos festivais, na preservação), passando pela construção de personagens femininas e protagonismo, pelas interseccionalidades de marcadores sociais no cinema, e pela formação. Estes dois painéis contam com a parceria da pesquisadora e professora Nina Tedesco que fará o lançamento de seu livro Trabalhadoras do cinema brasileiro – mulheres muito além da direção, e do grupo de pesquisa do + Mulheres Lideranças do Audiovisual Brasileiro, uma rede de colaboração entre lideranças femininas que tem por objetivo ampliar a participação das mulheres, em toda sua diversidade, na indústria do audiovisual brasileiro.

No terceiro dia promovemos um encontro sobre co-produção internacional, a fim de colocar em contato profissionais de cinema, especialmente diretorxs, produtorxs e roteiristxs, para trocarem experiências sobre os desafios e vantagens da realização de co-produções e se conhecerem, na tentativa de reduzirmos o distanciamento de uma edição online.

O público alvo desse seminário são estudantxs e profissionais de áreas como cinema, estudos de mídia, comunicação, jornalismo, internet, publicidade, produção cultural, ciências sociais, políticas públicas e interessadxs nas discussões de gênero, diversidade e equidade.

A mediação dos três dias de Seminário Femina será feita por Paula Alves, diretora, curadora e produtora do Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino.

Formada em Cinema pela UFF (Universidade Federal Fluminense), com mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais e doutorado em População, Território e Políticas Públicas, ambos pela ENCE/IBGE (Escola Nacional de Ciências Estatísticas). Sua dissertação de mestrado abordou a presença das mulheres em funções chave no cinema brasileiro e sua tese de doutorado propôs uma Cinedemografia entrelaçando as metodologias de análise demográfica e fílmica para desvelar as diferenças de gênero e raça no cinema brasileiro. Integrante do Grupo de Análises de Políticas e Poéticas Audiovisuais (GRAPPA) e do Grupo de Reconhecimento de Universos Artísticos/Audiovisuais (GRUA).

Formada em Cinema pela UFF (Universidade Federal Fluminense), com mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais e doutorado em População, Território e Políticas Públicas, ambos pela ENCE/IBGE (Escola Nacional de Ciências Estatísticas). Sua dissertação de mestrado abordou a presença das mulheres em funções chave no cinema brasileiro e sua tese de doutorado propôs uma Cinedemografia entrelaçando as metodologias de análise demográfica e fílmica para desvelar as diferenças de gênero e raça no cinema brasileiro. Integrante do Grupo de Análises de Políticas e Poéticas Audiovisuais (GRAPPA) e do Grupo de Reconhecimento de Universos Artísticos/Audiovisuais (GRUA).

Seminário 1

Trabalhadoras do Cinema Brasileiro

O Femina tem o prazer de lançar o livro Trabalhadoras do Cinema Brasileiro – muito além da direção organizado por Marina Tedesco, com trabalhos de outrxs 20 autorxs. O livro é uma coletânea de textos sobre a participação das mulheres em outras funções no cinema para além da direção, como roteiro, produção, direção de arte, som, direção de fotografia, montagem, trilha sonora, políticas publicas, educação, festivais, crítica, preservação. Convidamos algumas autoras do livro para apresentarem seus trabalhos neste seminário.

Dia 04/05, quarta-feira, 14h

Participantes

Marina Cavalcanti Tedesco

Professora do Departamento de Cinema e Vídeo e do Programa de Pós-graduação em Cinema e Audiovisual da UFF (Universidade Federal Fluminense). Pesquisa mulheres no cinema e, entre as suas publicações, estão a coorganização do livro “Feminino e plural: mulheres no cinema brasileiro” (2017), finalista do prêmio Jabuti, e a organização do livro “Trabalhadoras do cinema brasileiro: mulheres muito além da direção” (2021). Seu último filme, “À luz delas” (2019), é sobre diretoras de fotografia no Brasil e pode ser visto gratuitamente em https://www.videocamp.com/pt/movies/a-luz-delas. É bolsista Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ.

India Mara Martins

India Mara atualmente é coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual – PPGCine e da Araci – Incubadora de Projetos de Cinema e Audiovisual da UFF. Professora do PPGCINE e do Departamento de Cinema e Vídeo, da Universidade Federal Fluminense – UFF, na área de Design Visual/Direção de Arte. Pesquisadora de cinema e audiovisual, com ênfase em representação do espaço, direção de arte e atmosfera fílmica, em interface com animação e tecnologia. Mestre em Multimeios pela Unicamp, autora do livro “A paisagem urbana no cinema de Wim Wenders”.

Tainá Xavier

2014, lecionando atualmente na ESPM Rio. Assina a direção de arte dos filmes “De pai prá filho” (Paulo Halm) e “Pasajeras” (Francieli Rebelatto), ambos em finalização, entre outros longas, séries, curtas e espetáculos teatrais. Participou da produção de arte de programas da TV Globo, de 1998 a 2008. Cursa o doutorado no PPGCine da UFF. Graduada em Comunicação Social – Cinema pela UFF e mestre em Artes Visuais pela EBA/UFRJ. Integra os grupos de pesquisa CNPq NIDAA – Núcleo de investigação em direção de arte audiovisual e NATLA – Núcleo de arte e tecnologia latino-americano. É mãe.

Debora Regina Taño

Doutoranda em Engenharia de Produção (PPGEP) pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mestre e graduada em Imagem e Som pela mesma universidade. É professora de audiovisual no Centro Universitário Central Paulista (Unicep) e atua como produtora executiva,  montadora e editora de áudio. Suas pesquisas são nas áreas de som no cinema, cinema argentino contemporâneo e redes de produção e distribuição na indústria cinematográfica brasileira.

Suzana Reck Miranda

Bacharel em música (piano) pela UFSM, mestre e doutora em Multimeios (Cinema) pela UNICAMP. Professora Associada do Departamento de Artes e Comunicação (DAC) e do Programa de Pós-Graduação de Imagem e Som (PPGIS), ambos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É pesquisadora e autora de vários textos (artigos e capítulos de livros) sobre som e música no cinema. 

Tetê Mattos

Niteroiense, é doutora em Comunicação (UERJ/2018) e professora do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense, desde 1998. Documentarista, dirigiu os curtas-metragens premiados Era Araribóia um Astronauta? (1998), A Maldita (2007), Fantasias de Papel (2015), e o longa-metragem A Maldita (2019), exibido no Canal Brasil. O curta O mambo da Cantareira, de sua direção e roteiro, encontra-se em fase de produção. Entre 2002 e 2013 dirigiu o Araribóia Cine – Festival de Niterói. Exerce atividades de curadoria, consultoria e júri em mostras e festivais audiovisuais. Publica artigos em revistas e livros especializados em cinema com foco em festivais de cinema e cinema documentário. Foi coordenadora técnica de pesquisas de mapeamento de festivais audiovisuais brasileiros (2006 a 2009) e festivais do Rio de Janeiro (2013).  Atualmente Integra o grupo de pesquisa Festivais de cinema e audiovisual – histórias,  políticas e práticas. 

Seminário 2

+ Mulheres + Pesquisas: diversidade no audiovisual brasileiro

A mesa debaterá pesquisas realizadas por mulheres líderes do audiovisual participantes do grupo + Mulheres, levantando desafios e traçando ações pragmáticas para o futuro

Dia 05/05, quinta-feira, 14h

Participantes

Alessandra Meleiro 

Mapeamento de Diversidades nos Cursos de Cinema e Audiovisual do Brasil 

Pós-doutorado junto à University of London e Professora do Bacharelado em Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos e do Mestrado Profissional em Mídias Criativas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Coordenadora do Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual (CENA/UFSCar) e Presidente do IC – Instituto das Indústrias Criativas, membro da UNCTAD/ONU. Foi Presidente do FORCINE (Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual) entre 2016-2020. Autora de nove livros sobre cinema mundial, políticas e indústria audiovisual. Atuou como Research Fellow na Dinamarca junto à Aarhus University e VIA University/School of Business, Technology and Creative Industries e como Consultora de empresas como Netflix Brasil, Anima Mundi, JLeiva, Itaú Cultural, Spcine, dentre outras.

Tainá Xavier

2014, lecionando atualmente na ESPM Rio. Assina a direção de arte dos filmes “De pai prá filho” (Paulo Halm) e “Pasajeras” (Francieli Rebelatto), ambos em finalização, entre outros longas, séries, curtas e espetáculos teatrais. Participou da produção de arte de programas da TV Globo, de 1998 a 2008. Cursa o doutorado no PPGCine da UFF. Graduada em Comunicação Social – Cinema pela UFF e mestre em Artes Visuais pela EBA/UFRJ. Integra os grupos de pesquisa CNPq NIDAA – Núcleo de investigação em direção de arte audiovisual e NATLA – Núcleo de arte e tecnologia latino-americano. É mãe.

Danielle Bertolini

O Imaginário de Mulheres de Vila Bela da Santíssima Trindade sobre Tereza de Benguela a partir de um Documentário Híbrido aliado à Realidade Virtual

Mestranda em Estudos de Cultura Contemporânea pela Universidade Federal de Mato Grosso, Membra do Grupo de Pesquisa RG Dickie com a pesquisa Enredos Latino-americanos: poéticas, artes e culturas em Estudos de Cultura Contemporânea, Membra do  grupo de pesquisa MID, Mídias Interativas Digitais, participante do Grupo de Pesquisa Desastre e Risco: arranjos midiáticos e construção de discursos em narrativas ficcionais e não ficcionais. Bacharel em Comunicação Social pela PUC-SP, atua como produtora, roteirista, curadora e diretora audiovisual na Cumbaru Produções Artísticas. Diretora do Festival de Cinema Feminino “Tudo Sobre Mulheres”. Foi vice-presidente da ABD-SP, Diretora de Comunicação e Convênio da ABD Nacional. É mãe do Gabriel e do Francisco.

Luiza Lusvarghi

A Mulher Distópica: O Protagonismo Feminino no Cinema e na Ficção Seriada Contemporânea

Professora e pesquisadora da Pós-Graduação em Multimeios da Unicamp, integrante do Grupo Genecine (Grupo de Estudos Sobre Gêneros Cinematográficos e Audiovisuais), ex-diretora da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), membro dos coletivos Elviras de Críticas de Cinema, Manifesta e Mais Mulheres do Audiovisual. Graduada em Jornalismo pela PUC-SP, com Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado pela ECA-USP. Autora de De MTV a Emetevê (Cultura, 2007), Fora do Eixo: mercado audiovisual e indústria musical no Nordeste (com Felipe Trotta e Isaltina Gomes de Mello, Ed. Universitária da UFPE, 2010), Cinema Nacional e World Cinema: Globalização, novas tecnologias e exclusão na produção audiovisual brasileira (Muiraquitã, 2010), Narrativas Criminais da Ficção Audiovisual da América Latina (Appris, 2018) e coorganizadora e autora da coletânea Mulheres Atrás das Câmeras. Cronologia das Cineastas Brasileiras de 1930 a 2019 (Estação Liberdade, 2018).

Lorenna Montenegro

A Construção de Personagens Femininas no Audiovisual e o contra cinema

Crítica de cinema, roteirista, jornalista cultural e produtora de conteúdo, é uma das lideranças do audiovisual brasileiro do Mais Mulheres. Integra o Coletivo Elviras de Críticas de Cinema e a Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Cursou Produção Audiovisual na PUCRS e dá aulas no curso de formação Filmworks da AIC (Academia Internacional de Cinema). Ministra oficinas, workshops e minicursos sobre crítica, história e estética do cinema/vídeo, filmologia feminista, gênero e construção de personagens em narrativas, além de participar como júri e palestrante em festivais como Festival Internacional de Mulheres, Mostra de Cinema e Direitos Humanos, Festival Cabíria, Curta Cinema, Festival de Brasília, Festival de Gramado, Amazônia Doc. Coordena o Festival As Amazonas do Cinema, que teve sua primeira edição realizada em 2020, promovendo mostras competitivas e encontros entre realizadorxs cis e trans da Amazônia e do mundo.

Ramayana Lira de Sousa 

Cinema e seus atravessamentos [raça, gênero, sexualidade]

Professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem e do curso de graduação em Cinema e Realização Audiovisual da Universidade do Sul de Santa Catarina. Publicou artigos e capítulos de livros nos Estados Unidos, Europa e América do Sul. Co-organizou três livros sobre cinema. Pertence a diversas associações profissionais, tais como ABRALIC, ANPOLL, LASA, BRASA, MLA, SCMS, SOCINE. Foi vice-presidente da SOCINE nos biênios 2017-2019 e 2019-2021. Ex-representante da Setorial do Audiovisual no Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina (2021-2022). Foi co-coordenadora do Grupo de Trabalho Intermidialidade: Literatura, Artes e Mídia da ANPOLL. Ex-presidente do Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis (2019-2020). Tem experiência na área de Artes, Letras e Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria (feminista) do cinema, estética e política, cinema brasileiro, gênero, sexualidade e estudos queer.

Seminário 3

Encontro voltado para a co-produção de filmes dirigidos por mulheres

Em nossas edições presenciais, aconteciam encontros entre profissionais do cinema, especialmente diretoras, produtoras, roteiristas, que possibilitavam a formação de parcerias para novos projetos. Alguns ótimos filmes foram produzidos a partir de encontros que aconteceram no Femina. Desta forma, realizamos este encontro para que as produtoras se apresentem, se conheçam e contem suas experiências com co-produções internacionais, os principais desafios e como conseguiram superá-los, as vantagens de uma co-produção seja no financiamento ou nas facilidades de distribuição, etc.

Dia 06/05, sexta-feira, 14h

Participantes

Nathalie Mesuret

Após uma formação em Literatura francesa, um mestrado em Literatura inglesa e um mestrado em Jornalismo, ela começou a trabalhar na indústria do cinema na Califórnia como coordenadora e gerente de produção. De volta a França, a frente da Blue Monday Productions, desde 2000 vem produzindo e coproduzindo longas-metragens. Blue Monday Productions é uma companhia independente dedicada ao cinema de arte, com ênfase especifica em descobrir novos talentos e diretoras femininas. A maior parte dos seus 20 longas-metragens foi coproduzida com outros países e selecionada nos maiores festivais internacionais. Recentemente ela coproduziu dois longas-metragens: Fogaréu, de Flavia Neves, coproduzido com a Bananeira Filmes e a Mymama Entertainement no Brasil, que estreou no Festival de Berlin 2022, e Broadway, de Christos Massalas, com Neda Films na Grécia, que estreou no Festival de Rotterdam 2022. Também lançou esse ano A Tale of Love and Desire, de Leyla Bouzid, selecionado pela SEmana da Crítica de Cannes. E o segundo longa de Léonor Serraille, Mother and son, acabou de ser selecionado para a Competição Oficial de Cannes 2022, após o seu primeiro filme, Montparnasse-Bienvenüe, ter recebido o Prêmio Camera d’Or em 2017 em Cannes. Ela também atua como expert, consultora e/ou jurada em várias instituições e comitês junto a CNC, La FEMIS ou fundos de cinema regionais.

Liliana Laspril

Tem desenvolvido vários projetos entre Portugal, Espanha e Brasil. As suas últimas obras como Produtora Executiva são: “SAUDADE DO FUTURO” (2021, PT-BR), de Anna Azevedo (Melhor filme no Festival de Brasília); “VENTO DE SAL” (2019), de Anna Azevedo (Prémio ABD – Festival É Tudo Verdade); “LUANA” (2018), de Pedro Magano (Festival de Gijón (ES), Shorts Mexico (MEX), Festival de Cartagena (COL), Cinetoro (USA), Caminhos do Cinema Português (PT),Capital Cities (USA), FestImatges (ES)); “IRMÃOS” (2015), de Pedro Magano (Grande Prémio no Caminhos do Cinema Português, Melhor Doc no FEST–New Directors (PT), e no Festival DOCS DF (MEX)). Paralelamente, é a Industry Coordinator do Porto/Post/Doc: Film Festival. Atualmente, está com novos projetos próprios: “O Feitiço de Areia”, de Vanessa Rodrigues (em pré-produção,coprodução com a Real Ficção), “Samba de Guerrilha” de Luca Argel (em desenvolvimento) e “ArranTheStrong Man”, de Ricardo Pina e João Tudella (em desenvolvimento).

Luana Melgaço

Formou-se em Comunicação Social na UFMG. Realizou mais de vinte filmes como produtora e produtora executiva. É sócia da Anavilhana e foi integrante da Teia entre 2010 e 2014. Os filmes que produziu, sendo quatro deles em coprodução internacional, foram exibidos e premiados nos mais importantes festivais de cinema no Brasil e no mundo, além de terem sido lançados comercialmente em diversos países, comos: Kevin (2021), A Torre (2019), Breve História do Planeta Verde (2019), Enquanto Estamos Aqui (2019), A Cidade Onde Envelheço (2016), Solon (2016), Sopro (2013), Girimunho (2011), O céu sobre os ombros (2011), A Falta Que Me Faz (2009), A Poeira e o Vento (2011).  Além da produção, Luana ministra oficinas, participa de seminários, laboratórios, consultorias e colaborações em diversos projetos brasileiros e internacionais.  Atualmente está em processo de realização de Canção ao Longe, Os Ossos da Saudade e Campo Santo. 

Sara Silveira

Uma das mais ativas produtoras do cinema brasileiro, Sara produziu mais de 40 filmes e seus projetos acumularam muitas premiações. Títulos incluem CINEMA, ASPIRINAS e URUBUS (Un Certain Regard) e OS FAMOSOS E OS DUENDES DA MORTE (Berlinale). Ela tem uma longa parceria com Rojas, Marco Dutra e Caetano Gotardo, produzindo seus filmes TRABALHAR CANSA (Un Certain Regard), AS BOAS MANEIRAS (Locarno) e TODOS OS MORTOS (Berlinale). Ela já recebeu apoio através de parcerias internacionais em diversas produções e gosta de trabalhar com projetos de novos talentos.